O que é Neuromarketing e como usá-lo para aumentar as vendas

Neuromarketing é a mistura de neurociência e marketing com o objetivo de entender por que um consumidor prefere a marca A em vez da B, comprar ou não um produto. Ou seja, é a ciência que estuda o processo da tomada de decisões, que não acontece de forma racional ou consciente.

O Neuromarketing não é uma estratégia de marketing, mas sim uma forma de estudar o comportamento humano.

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Neuromarketing não é uma estratégia, mas sim uma ciência

O funcionamento do cérebro de acordo com o Neuromarketing

No Neuromarketing o cérebro do consumidor é dividido em três partes: Neocórtex, Emocional ou Límbico e Reptiliano. A teoria do Cérebro Trino foi elaborada por Paul MacLean e diz que o cérebro cresceu através de uma série de processos que o configuraram em três partes distintas. Juntas, elas formam o cérebro humano.

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O nosso cérebro é dividido em três partes

Neocórtex
Corresponde à parte mais racional do cérebro. É por causa dele que nós, humanos, somos capazes de desenvolver um complexo pensamento abstrato como a compreensão dos números, bem como utilizá-los para produzir coisas novas.

Emocional (Límbico)
É nele que ficam as situações estressantes, que geram medo e nos fazem fugir do perigo. É nessa parte do cérebro também que há a geração da empatia, reconhecimento e a expressão de emoções e sentimentos. É nesse setor do cérebro que se deve focar para melhorar o marketing da sua empresa.

Reptiliano
Também chamado de primitivo, é a parte mais antiga da cabeça, responsável pelas questões de sobrevivência. É nele que surge a fome, a sede e as necessidades básicas para um ser humano viver.

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Como usar o Neuromarketing para aumentar as vendas

Para melhorar o seu marketing e aumentar as suas vendas, é preciso pensar em uma estratégia para cada um desses setores do cérebro. A seguir veremos alguns exemplos.

O setor reptiliano tende a ser o mais simples. Para agradar essa parte do cérebro, é necessário que supra as necessidades do consumidor. Como, por exemplo, oferecer um cafezinho, dar acesso ao banheiro e ter um local para sentar. É preciso que o cliente se sinta fisicamente confortável.

Quantas vezes você não escutou que alguém levou um produto para casa porque o vendedor foi muito atencioso? Isso é responsabilidade da área emocional. É preciso ter empatia com o cliente, além de educação. Lembre-se daquela máxima: “gentileza gera gentileza”.

Deixar o cliente feliz e bem humorado pode fazer a diferença na hora de fechar uma compra.

E por último, a parte racional, onde são apresentadas ao consumidor as vantagens e desvantagens. É o momento onde as dúvidas são sanadas. Para que o vendedor não fique em uma saia justa, é necessário conhecer o produto como a palma da mão.

Conhecer o seu público é imprescindível para traçar as estratégias dentro do Neuromarketing. Agora que você já conhece um pouco sobre essa ciência, quais ferramentas você pode utilizar para melhorar as suas vendas?

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