Investir pela primeira vez: tudo o que você precisa saber

Muita gente tem vontade de investir pela primeira vez para fazer o dinheiro render mais por meio de aplicações. No entanto, não sabem por onde começar. Principalmente para quem não é dessa área, as dúvidas são muito comuns. É preciso ir atrás de respostas para: onde, o que e quanto devo investir?

O bitcoin, só porque é a forma de investimento mais falada do momento, não necessariamente será o seu foco. Ainda mais para o primeiro investimento. É preciso buscar conhecimento sobre as características de investimentos que possam lhe beneficiar no seu objetivo, seja ele de curto, médio ou longo prazo.

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Vai investir pela primeira vez? Veja as dicas!

Saiba como investir pela primeira vez

Eis que surge aquela pergunta básica: Quanto é possível investir? Para iniciantes, não é preciso ter muito para começar no mercado financeiro. Nos títulos do Tesouro Direto já é possível investir a partir de R$80, por exemplo. 

Tesouro direto, fundos de investimento, CDB, dólar e a própria criptomoeda são apenas alguns dos tipos de investimento além da tradicional poupança. Porém, para quem está começando, são recomendados investimentos mais conservadores. São os tradicionalmente conhecidos como títulos do Tesouro Direto e CDBs (Certificados de Depósito Bancários).

É possível investir mesmo que você não tenha muito dinheiro. A partir de R$80 já é possível aplicar no Tesouro Direto. Mas essa não é a única opção para quem ainda não dispõe de uma alta quantia.

Vai depender do perfil do investidor. Alguém com perfil mais conservador, que não goste de correr o risco de perder dinheiro deve buscar opções em renda fixa, como Tesouro Direto e Fundos. Mas hoje, mesmo com poucos recursos, já é possível aplicar em fundos de renda variável, por exemplo, caso o investidor tenha um perfil mais agressivo.

Você sabe o que investir de primeira?

As opções para investir são diversas. Existem os títulos do Tesouro Direto, CDBs, LCIs, LCAs, fundos diversos em renda fixa, variável e multimercado, debêntures. Antes de aplicar em qualquer desses lugares, é preciso ficar atento a alguns detalhes.

Antes de realizar qualquer aplicação, o investidor deve definir o prazo de aplicação e o objetivo para aquele dinheiro investido. Depois é possível buscar as aplicações mais adequadas para cada investidor.

Após escolher o tipo de investimento, a próxima etapa será saber quanto você pode aplicar por mês. Isso demandará planejamento e uma análise de suas finanças e seus gastos regulares antes de bater o martelo na opção de investimento.

O ideal é conseguir traçar um planejamento financeiro que reserve parte dos ganhos para os gastos essenciais (moradia, transporte, alimentação), parte para as outras despesas pessoais (lazer, viagens) e uma outra fração para os investimentos. 

Tome cuidado ao realizar o primeiro investimento

Você sabe quais cuidados deve ter para investir? Finanças analisadas, planejamento feito e tipo de investimento escolhido. Pronto, mas não acaba por aí.  Atente-se às características de cada produto, como o risco e prazo mínimo de aplicação.

Atenção às oportunidades que possam surgir com as mudanças no cenário econômico do país. Se você está começando agora a investir, os cuidados necessários envolvem três variáveis principais: prazo que deseja ou pode deixar seu dinheiro investido, objetivo a ser alcançado com aquela aplicação financeira e perfil de investidor (conservador, moderado ou agressivo). 

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Como funcionam os investimentos?

Cada  investimento tem as suas características próprias. Em alguns casos, as taxas são fixas e outros em que variam de acordo com a rentabilidade alcançada com aquela aplicação. Elas também podem ser isentas.

Um mito é que todos os investimentos precisam ser a longo prazo. Existem oportunidades para todos os prazos. Inclusive há oportunidades de investimento com liquidez diária, em que é possível resgatar diariamente o dinheiro aplicado.

Como muitas das coisas que são realizadas na sociedade,  investimentos possuem riscos. Quanto maior é o risco, maior deve ser o retorno buscado por quem está investindo. Essa é a lógica da renda variável, que fica sujeita às oscilações do mercado diariamente.

No segmento de renda fixa o risco é reduzido, uma vez que os produtos possuem rentabilidade prefixada ou indexada a indicadores. Além disso, alguns produtos possuem a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$250 mil, por instituição e por CPF.

Mais um ponto que requer atenção é a declaração do Imposto de Renda. Alguns investimentos são isentos de IR, porém outros estão sujeitos à tributação. Nesse caso, ao fazer a declaração é recomendado a busca de um contador. O apoio da sua corretora para informações e esclarecimento de dúvidas também é essencial.

One Comment
  1. Ola gostei desse artigo acho ele muito relevante e me ajudou muito, e vou ver outros artigos.obrigado.

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