The HUBi: transformando dados em clientes reais

No final das contas, o que todo empreendedor quer é a famosa conversão. Converter é chegar ao objetivo desejado, fazendo com que o consumidor tome uma ação esperada. Desde um novo cadastro até uma venda.

Conversão é o foco da The HUBi, empresa de tecnologia que utiliza um sistema inteligente para tratar bases de dados ociosas e transformar potenciais clientes em resultados reais.

A marca patrocinou o Fire Festival, evento focado em empreendedorismo digital, realizado em setembro em Belo Horizonte. Lá, conversamos com Fernanda Magniccaro, cofundadora da The HUBi.

“Desenvolvemos uma metodologia de vendas, e parte dessa metodologia utiliza inteligência artificial. Hoje precisamos, ainda, trabalhar com grandes empresas, com grande volume de dados, para ter um lago de dados e tirar informações desses dados.”

Com isso, a The HUBi oferece uma metodologia de vendas que é customizada para as empresas, com foco em fazer a conversão final.

“Fazemos desde pegar uma base de contatos com os quais a empresa não consegue conversar, porque perdeu contato, até criar uma estratégia para converter essas vendas, acompanhar a jornada do cliente e o pós-venda.”

Hoje a The HUBi ainda não consegue atender pequenas empresas, mas isso é algo que já estão desenvolvendo. “A ideia é justamente essa, trabalhando com volumes grandes de dados a gente consiga ter ferramentas para atender empresas menores.”

“Dado não é informação”

O grande desafio das empresas, pequenas e grandes, hoje em dia é saber o que fazer com esse volume todo de dados. Fernanda faz um alerta: “Dado não é informação se não for tratado”.

A The HUBi pega dados tão brutos quanto um simples CPF, entende quem são aquelas pessoas, e para isso utiliza inteligência artificial (mas não só) para conseguir deixar aqueles dados com uma personalidade.

Às vezes você tem uma ideia ótima, um produto muito bom, mas você está muito focado no próprio produto. O interessante é entender mais profundamente com quem você está conversando. Desenhamos as estratégias de vendas para conversar com pessoas. Acho que as pequenas empresas poderiam focar nisso também.”

Segundo Fernanda, para isso não é preciso um grande banco de dados e inteligência artificial.

Se você olhar para quem você já vendeu e quem você tem interesse em vender, consegue cruzar os dados e tirar insights interessantes, fora daquela caixinha de só mídia tradicional. É conseguir ideias diferentes para conversar com seres humanos.

Assim, ela explica, você consegue enxergar do outro lado não um e-mail nem um like, mas a Fabiana, que mora na cidade tal, e que tem a necessidade do que você está oferecendo para ela.

Personalização + o momento certo

No Fire Festival, a The HUBi lançou um desafio aos participantes com o slogan “quem converte se diverte”. A ideia era estimular os visitantes a gravarem vídeos com ideias inovadoras focadas em conversão.

No caso das empresas e empreendedores que desejam tanto essa conversão, Fernanda dá a dica: “Personalização”.

Para ela, o foco não deve ser só ter uma boa marca, um bom produto ou serviço, e vender isso em massa.

Eu só vou de verdade atingir altas taxas de conversão quando eu entendo a sua necessidade e lhe ofereço no momento certo. O momento também é super importante, não só ter um bom produto.

Segundo ela, o maior erro das empresas é tratar tudo como um grande banco de dados. “Temos clientes grandes, que têm 50 milhões de contatos e falam que têm 50 milhões de clientes. Mas na verdade, têm 50 milhões de potenciais clientes, porque só conseguem conversar com uma parcela muito pequena.”

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